Sempre fui uma pessoa querida por todos, hoje tenho minhas dúvidas. Tudo o que preciso está ao meu alcance, basta apanhar.
Dinheiro. Tenho e não tenho. Tenho mais que uns, menos que outros... Diria que tenho exatamente o suficiente. O dinheiro não alimenta o nosso corpo, muito menos a nossa alma.
- Ei, o que voce procura? - Ah... Eu não sei o que procuro, vou levando a vida, até encontrar algo que me agrade. O ser humano é assim, sempre em busca de algo, nunca satisfeito.
Sonhos. Tenho tantos... Sonhos que um dia pretendo realizar. Sonhos que talvez não dependam apenas de mim para virarem realidade.
A realidade. Minha realidade é rotina. Acordar, estudar, estudar, dormir. Acordar, estudar, rotina. A realidade que desejo, não é a que tenho. "Desejar não é poder". Particularmente, discordo totalmente com esta frase. Como assim desejar não é poder? Nessas horas, onde estão a força de vontade e a perceverância? Devemos correr atrás de tudo o que desejamos, o mundo não é gentil, pelo ao menos hoje em dia.
Queremos sair de casa sem medo. Queremos sair de casa sem ouvir notícias sobre guerras, ou catástrofes que insistem em nos rodear. Volta e meia ouvimos algo do gênero: "Terremoto no Japão" ou "O Paquistão é bombardeado", nem que seja ao menos na tv da lanchonete, ou no rádio. Quem gosta disso?
Eu quero fazer as coisas da minha maneira, eu vou. Eu quero agir como eu mesma. Eu não quero a opinião alheia. Eu quero aproveitar cada momento, da melhor maneira possível, não vou ter outra chance de viver as mesmas coisas outra vez! O arrependimento é uma consequência, não podemos mudar o passado.
Cada um de nós tem um propósito de estar aqui, é tão óbvio! Aprender com os nossos erros, esse é o lema de tudo. Afinal, nos deram a vida, e não a eternidade. Se pensarmos juntos, a vida é tão curta... Desperdiçamos uma grande parte dela dormindo, é! Mas cada coisa tem seu lado bom. Enquanto dormimos temos sonhos tão lindos... Me digam, o que seria das estrelas, se não houvesse a escuridão?
terça-feira, 16 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
País das Maravilhas

Ingredientes:
1/2 lata de leite condensado
1 bandeja de morangos
3 bananas
5 colheres de sopa de granola
Modo de preparo:
Corte as bananas e os morangos em quatro, e ponha-os em uma tigela/pote/prato. Depois de lavadas as frutas despeje o leite condensado por cima, e depois a granola. Bom apetite!
P.S.: Fica muito bom, a dica.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Nossa, não posto aqui a quase três meses! Estava com saudade de ler e reler as minhas postagens, de contar quantas pessoas estão seguindo o blog e ver que são sempre as mesmas, de postar meus textos e falar sobre coisas sem sentido. Enfim, estou de volta.
Aconteceu muita coisa nesse meio tempo, acho que consegui mudar bastante... Fiz promessas de ano novo, reprovei de fase, agora é tudo novo e de novo.
Sobre a minha turma, minha nova turma, é um tanto interessante. Eu, a Bruna e a Patrícia somos as únicas meninas da sala, e estou estudando com várias pessoas que já conhecia antes. Na verdade, várias não, só o Emanoel e o Cainã, e por sinal, gosto bastante deles.
Estou sentindo falta da Mayara, das nossas conversas e brincadeiras em sala de aula, e das broncas que ganhávamos dos professores, hehe. Não, não posso pensar nisso. Esse ano prometi pra mim mesma que meu foco vai ser a escola, e que vou dar o meu melhor em relação aos estudos. É claro que não vou ficar estudando 24 horas por dia (quem é que aguenta?), mas vou ralar e rebolar, sim.
Já superei o fato de ter que encarar tudo outra vez, mas se eu parar no meio do caminho, como é que vai ser?
Aconteceu muita coisa nesse meio tempo, acho que consegui mudar bastante... Fiz promessas de ano novo, reprovei de fase, agora é tudo novo e de novo.
Sobre a minha turma, minha nova turma, é um tanto interessante. Eu, a Bruna e a Patrícia somos as únicas meninas da sala, e estou estudando com várias pessoas que já conhecia antes. Na verdade, várias não, só o Emanoel e o Cainã, e por sinal, gosto bastante deles.
Estou sentindo falta da Mayara, das nossas conversas e brincadeiras em sala de aula, e das broncas que ganhávamos dos professores, hehe. Não, não posso pensar nisso. Esse ano prometi pra mim mesma que meu foco vai ser a escola, e que vou dar o meu melhor em relação aos estudos. É claro que não vou ficar estudando 24 horas por dia (quem é que aguenta?), mas vou ralar e rebolar, sim.
Já superei o fato de ter que encarar tudo outra vez, mas se eu parar no meio do caminho, como é que vai ser?
Atualmente a ética nacional está totalmente desmoralizada perante os cidadãos brasileiros.
Como exemplo mais notório, basta observarmos a desorganização e a falta de parâmetros éticos da política nacional, onde nossos representantes roubam, desviam verbas e sonegam impostos, crentes de que a ignorância do povo será eterna.
Qual é a nossa reação diznte deste comportamento? Para os que já não possuem seus valores morais bem definidos, o que vem da educação familiar de cada um, a primeira coisa que os vêm à cabeça é: "Se eles não são honestos, porquê seremos? Somo espertos, o mundo é nosso!".
Já para aqueles que são naturalmente, e educadamente honestos, a falta de seriedade dos grandes e poderosos soa como um deboche, causando uma reação de profunda indignação, o que naverdade deveria provocar uma revolução social dos valores éticos da nossa sociedade como um todo.
Uma das únicas e eficientes soluções que está ao nosso alcance seria o nosso direito obrigatório de votar. O voto nulo em massa significaria uma respostá à altura do povo brasileiro. Representaria de forma legal, organizada e legítima a proposta de um grande debate sobre os parâmetros da política atual do nosso país.
Apesar de alguns cidadãos estarem cientes desta alternativa, o restante da população ainda é bastante acomodada, crendo que o brasileiro está fadado a sofrer, e usando disso como uma desculpa para não agir.
Mas do que ninguém se lembra é: Como os políticos chegaram aonde estão? Quem lhes outorgou esse poder? Não seria senão o próprio brasileiro, que adormecido pela luta da sobrevivência esquece sua força?
Como exemplo mais notório, basta observarmos a desorganização e a falta de parâmetros éticos da política nacional, onde nossos representantes roubam, desviam verbas e sonegam impostos, crentes de que a ignorância do povo será eterna.
Qual é a nossa reação diznte deste comportamento? Para os que já não possuem seus valores morais bem definidos, o que vem da educação familiar de cada um, a primeira coisa que os vêm à cabeça é: "Se eles não são honestos, porquê seremos? Somo espertos, o mundo é nosso!".
Já para aqueles que são naturalmente, e educadamente honestos, a falta de seriedade dos grandes e poderosos soa como um deboche, causando uma reação de profunda indignação, o que naverdade deveria provocar uma revolução social dos valores éticos da nossa sociedade como um todo.
Uma das únicas e eficientes soluções que está ao nosso alcance seria o nosso direito obrigatório de votar. O voto nulo em massa significaria uma respostá à altura do povo brasileiro. Representaria de forma legal, organizada e legítima a proposta de um grande debate sobre os parâmetros da política atual do nosso país.
Apesar de alguns cidadãos estarem cientes desta alternativa, o restante da população ainda é bastante acomodada, crendo que o brasileiro está fadado a sofrer, e usando disso como uma desculpa para não agir.
Mas do que ninguém se lembra é: Como os políticos chegaram aonde estão? Quem lhes outorgou esse poder? Não seria senão o próprio brasileiro, que adormecido pela luta da sobrevivência esquece sua força?
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Brindemos à nossa vontade e a nossa preguiça. Brindemos à esse ano, e ao que vem aí. Brindemos aos amores e aos choros por eles. À nossas amizades conquistadas nesse ano e as que perdemos, também. Brindemos ao ontem, ao hoje e ao amanhã. Brindemos à nossa vida e à nossa morte daqui a talvez cem anos. Gostaria de fazer um brinde à todos aqueles me passaram uma rasteira e agradecê-los também, pois fiquei mais forte e esperta após o tombo! Não posso esquecer de dedicar um brinde às minhas quedas livres, me machuquei muito, mas estou aqui, viva - o que é decepção para muitos que me desejaram a fraqueza. Um brinde aos foras que levamos e aos que demos também. Às festas que fomos e às festas que iremos. Ao copo de bebida na nossa mão e ao amor jurado em vão. Brindemos à nossas famílias e à tudo que está por vir.
Brindemos aos nossos choros de final de ano e aos shows de fogos de artifícios no céu. No ano que vai entrar, desejo felicidade, amor, carinho e paz, muita paz, à todos nós.
Brindemos aos nossos choros de final de ano e aos shows de fogos de artifícios no céu. No ano que vai entrar, desejo felicidade, amor, carinho e paz, muita paz, à todos nós.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Biografia de Olívia
Meados de agosto de 1942. Era uma noite tumultuada em Auxerre. Em uma pequena casa, afastada da cidade, uma criança acabara de nascer. Sua mãe, por estar totalmente fraca devido às complicações de seu parto, faleceu, e seu pai entrou rapidamente no cômodo totalmente aflito. Ao ver a criança, logo se apaixonou por aquela pequena criatura que o olhava com tamanha inocência.
Após algumas semanas, o pai da criança passou a chamá-la de Olívia.
Rafael adorava este nome. Decidiu chamá-la assim, por causa de sua mãe, que embora nunca a houvesse conhecido, a admirava mais do que qualquer coisa.
Olívia foi crescendo. Quando completou nove anos, seu pai fez com que um professor particular, viesse à sua casa, para dar aulas de piano à menina. A criança que adorava brincar durante o dia inteiro no jardim, adorou a idéia. Piano era o instrumento do qual ela mais gostava, adorava ficar por perto, ouvindo seu pai tocar. A música suave que ele fizera especialmente para ela, a tocava intensamente, sentia como se cada nota correspondesse a uma emoção, e ficava maravilhada com tamanha harmonia e suavidade. Assim, ficava durante horas ouvindo a mesma melodia, repetidas vezes.
No primeiro dia de aula, a menina ficou extremamente ansiosa para conhecer o homem que lhe ensinaria piano. Quando tocou a campainha, a menina correu para a porta, para recebê-lo.
- Bom dia, senhor! Será com você que terei aulas de piano?
Olívia o fitava cheia de entusiasmo, e aguardava ansiosamente uma resposta. Mas o homem continuou a observá-la, espantado com tamanha doçura e educação da menina. Após alguns instantes, como se houvesse acordado de um sonho, respondeu:
- Ah, você deve ser Olívia, se é que estou certo. Você sabia que para ser uma boa pianista você deve ter dedos compridos? Deixe-me ver sua mão.
Com um sorriso no rosto, o homem apanhou a mão da menina, e acariciou seus dedinhos. Nesse instante, Olívia sentiu que este homem era alguém especial, e que contribuiria muito para sua felicidade, então ficou ainda mais contente.
Aos dezenove anos, Olívia tocava piano perfeitamente, era considerada um prodígio da música. Seu pai, que a apoiava e incentivava a apresentou para um amigo seu, que se destacava por ser um dos homens mais ricos de Auxerre. Vendo que Olívia tinha um talento enorme e um futuro brilhante, o homem passou a cortejá-la insistentemente.
Após algum tempo, quando tinha vinte e três anos, Olívia fazia recitais quase todas as noites. Jaime, o amigo de seu pai, se tornou seu agente, e fez dela uma mulher famosa.
Olívia era muito desejada pelos homens. Seus cabelos ruivos, seus olhos verdes e seu corpo perfeito a faziam uma das poucas mulheres charmosas da cidade.
Jaime a apreciava de uma maneira inexplicável. Dizia que Olívia era uma mulher especial, única. Ele era viúvo, sua antiga esposa era extremamente rica, foi assassinada brutalmente, e o assassino nunca foi descoberto.
Jaime e Olívia saíam para jantar constantemente. Em um desses jantares, ele a pediu em casamento, e ela aceitou. Olívia nunca havia tido um amor em toda sua vida, e por mais que houvessem muitos homens que caíssem a seus pés, Olívia não se sentia atraída por nenhum deles, então se questionou. “Porque não me casar com um homem que poderá sustentar a mim e nossos filhos? Porque não me casar com Jaime, que é tão educado e atencioso?”
Os dois se casaram dois meses depois, e após três anos de casamento, Olívia foi assassinada, e o assassino nunca foi descoberto.
Jaime herdou toda a sua fama e seu dinheiro, e passou a ser então, o homem mais rico da França. Esta história poderia ser uma incógnita. Ou não.
Após algumas semanas, o pai da criança passou a chamá-la de Olívia.
Rafael adorava este nome. Decidiu chamá-la assim, por causa de sua mãe, que embora nunca a houvesse conhecido, a admirava mais do que qualquer coisa.
Olívia foi crescendo. Quando completou nove anos, seu pai fez com que um professor particular, viesse à sua casa, para dar aulas de piano à menina. A criança que adorava brincar durante o dia inteiro no jardim, adorou a idéia. Piano era o instrumento do qual ela mais gostava, adorava ficar por perto, ouvindo seu pai tocar. A música suave que ele fizera especialmente para ela, a tocava intensamente, sentia como se cada nota correspondesse a uma emoção, e ficava maravilhada com tamanha harmonia e suavidade. Assim, ficava durante horas ouvindo a mesma melodia, repetidas vezes.
No primeiro dia de aula, a menina ficou extremamente ansiosa para conhecer o homem que lhe ensinaria piano. Quando tocou a campainha, a menina correu para a porta, para recebê-lo.
- Bom dia, senhor! Será com você que terei aulas de piano?
Olívia o fitava cheia de entusiasmo, e aguardava ansiosamente uma resposta. Mas o homem continuou a observá-la, espantado com tamanha doçura e educação da menina. Após alguns instantes, como se houvesse acordado de um sonho, respondeu:
- Ah, você deve ser Olívia, se é que estou certo. Você sabia que para ser uma boa pianista você deve ter dedos compridos? Deixe-me ver sua mão.
Com um sorriso no rosto, o homem apanhou a mão da menina, e acariciou seus dedinhos. Nesse instante, Olívia sentiu que este homem era alguém especial, e que contribuiria muito para sua felicidade, então ficou ainda mais contente.
Aos dezenove anos, Olívia tocava piano perfeitamente, era considerada um prodígio da música. Seu pai, que a apoiava e incentivava a apresentou para um amigo seu, que se destacava por ser um dos homens mais ricos de Auxerre. Vendo que Olívia tinha um talento enorme e um futuro brilhante, o homem passou a cortejá-la insistentemente.
Após algum tempo, quando tinha vinte e três anos, Olívia fazia recitais quase todas as noites. Jaime, o amigo de seu pai, se tornou seu agente, e fez dela uma mulher famosa.
Olívia era muito desejada pelos homens. Seus cabelos ruivos, seus olhos verdes e seu corpo perfeito a faziam uma das poucas mulheres charmosas da cidade.
Jaime a apreciava de uma maneira inexplicável. Dizia que Olívia era uma mulher especial, única. Ele era viúvo, sua antiga esposa era extremamente rica, foi assassinada brutalmente, e o assassino nunca foi descoberto.
Jaime e Olívia saíam para jantar constantemente. Em um desses jantares, ele a pediu em casamento, e ela aceitou. Olívia nunca havia tido um amor em toda sua vida, e por mais que houvessem muitos homens que caíssem a seus pés, Olívia não se sentia atraída por nenhum deles, então se questionou. “Porque não me casar com um homem que poderá sustentar a mim e nossos filhos? Porque não me casar com Jaime, que é tão educado e atencioso?”
Os dois se casaram dois meses depois, e após três anos de casamento, Olívia foi assassinada, e o assassino nunca foi descoberto.
Jaime herdou toda a sua fama e seu dinheiro, e passou a ser então, o homem mais rico da França. Esta história poderia ser uma incógnita. Ou não.
Assinar:
Postagens (Atom)